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Abertas candidaturas para o Prémio Diáspora Portuguesa

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Distinguir os emigrantes portugueses empreendedores que, pelos quatro cantos do mundo, deixaram a sua marca, quer ao nível da suas profissões, compromisso com a sociedade ou ações de cariz cultural. É esta a vontade maior da iniciativa FAZ – Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa, resultado de uma parceria entre a Fundação Calouste Gulbenkian e a COTEC Portugal, que se materializa através do Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa e do Concurso IOP – Ideias de Origem Portuguesa. O período de candidaturas encerra, para ambos, a 31 de março.

O Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa tem uma dupla função: reconhecer aqueles que deixaram o seu país e que se notabilizaram lá fora, reaproximando-os da pátria mãe, assim como elevar a imagem e prestígio de Portugal no estrangeiro. Procura-se também com esta distinção potenciar investimentos internacionais, valorizando a língua portuguesa e a cultura nacional lá fora. Instituído há seis anos, este prémio, que conta com o alto patrocínio do Presidente da República, já destacou exemplos de portugueses “que se afirmaram nos meios empresariais, sociais e políticos, em sociedades de acolhimento da mais elevada exigência, como Austrália, EUA ou França”, refere o comunicado de imprensa da Fundação Calouste Gulbenkian.

De acordo com as edições anteriores, as estatísticas apontam uma maior influência do prémio junto das comunidades portuguesas no Brasil, Canadá, EUA e França. Quanto aos setores de atividades mais concorridos, destaque para o setor financeiro, seguido da restauração/turismo, da investigação e ciência e, ultimamente, as indústrias criativas. Em 2012, houve um recorde de inscrições: candidataram-se 141 portugueses, radicados em mais de 30 países.

O Concurso IOP – Ideias de Origem Portuguesa, surgiu mais tarde, em 2010, e procura projetos diferenciadores nas áreas do ambiente e sustentabilidade, diálogo intercultural, envelhecimento e inclusão social. É um concurso que exige um acompanhamento rigoroso ao nível da execução das ideias, para que resultem em projetos de elevada qualidade. Nas edições anteriores concorreram mais de duas centenas de portugueses e/ou luso descendentes provenientes de 58 países.